Ei! Que o sufixo -ito não é espanhol! É um sufixo que antano estava mais estendido na nossa língua do que agora, e que existe de jeito patrimonial em palavras como “cabrita” ou “forquita” ou “galhita” (ambas as duas, “forcada”). Pode que nalguns casos seja por confusão com o sufixo -eta (como “galhita”, pois é mais reconhecida a forma “galheta”).
A gíria juvenil de Lisboa tomou costume de utilizar o sufixo -ito com esse sentido por adaptação do dialecto do Algarve, que o utiliza com muita frequência.
Como acontece em todas as línguas, provavelmente a maior proximidade com uma língua vizinha (o espanhol) que utilizava o mesmo sufixo com naturalidade foi o que contribuiu para a estensão deste sufixo nos casos de vacilação. Acontece igual (imagino) com o léxico, daí que a preferência (de norte para sul) para designar o filho da ovelha seja “anho” (mais patrimonial), “cordeiro” e “borrego”, como nas homólogas espanholas “cordero” e “borrego”.
No Galego da Galiza passa algo similar, e formas como “sois” ou “cantais” prevalecem sobre “sodes” e “cantades” quanto mais ao oriente (não é regra exacta, pois as formas em -ai/ei e não -ade/ede também existem no ocidente).
Como anedota, dizer que sim há um sufixo genuinamente espanhol que se utiliza nas falas transmontantas. Concretamente em Mogadouro (concelho fronteiriço com Samora) tenho constatado a plena vigência do sufixo -ico em termos como “cachico” (cachinho, bocadinho) ou “rapazico” (rapazinho).
O galego medieval está cheio de curiosas vacilações, muitas das quais só assentaram de forma plena em castelhano (como o -ito) ou asturiano. Exemplo disto último seriam os diminutivos masculinos em -im e que hoje em dia podemos ver em muitos topónimos de todo o país: Marim (Marinho), Abadim (Abadinho), etc.
2.
Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 9:25
Ostiá! A respeito do comentário anterior, como diria Aznar, “vaya rollo que he soltado”, hehehe.
Somente gostaria acrescentar que resulta curioso como os mal-chamados (ou mal-considerados) “pobres” impõem ou introduzem o seu linguajar nas gírias juvenis. Na Espanha incorporaram-se inúmeros termos desde o caló, às vezes mesmo com variações de sentido a respeito do termo original (parné=dinheiro, piños=dentes, camelar=desejar; etc.). E em Portugal botaram mão dos dialectos meridionais e da imigração africana (e em menor medida, dos brasileiros).
3.
alema | 24/Xuño/2008 at 9:57
ei! non son eu quen di que o sufixo -ito é español! é o civerdúvidas quen asegura que “tem conotação dialectal e espanholada”.
con todo non contestaches á miña pregunta:
sería asumible en galego [internacional da Galiza, segundo ti, hehe] que empregásemos o -ito como fan en Portugal, por exemplo?
4.
Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 10:28
O Civerdúvidas é uma caralhada mui pouco fiável :p
Por outra parte, sobre se seria assumível… claro que o seria. Ora bem:
1) partindo de que estamos a falar de uma gíria juvenil, e de que em galego praticamente toda nos veio através do castelhano (”coñazo”, “molar”, “peña”…),
2) até que ponto faria sentido mudarmos uma gíria não autóctone por outra que não o é mais?
3) haverá quem se sinta mais reconfortado (entre os quais, talvez eu) por usar uma gíria que, mesmo estrangeira, seja utilizada no nosso mesmo diassistema linguístico…
4) … mas com a clara inconveniência de que não seria percebida pola maior parte da população galega
5) (ainda que esse é o objectivo primigénio de toda gíria).
6 )No momento actual, não acabo de ver as vantagens de mudar uma gíria por outra. O único, como tudo, lembrar que as gírias evoluem muito rapidamente, polo que um grupo, mesmo pequeninho, poderia contribuir para essa mudança introduzindo termos pouco a pouco.
Possivelmente este seja um dos poucos casos em que não tenho uma resposta totalmente clara ou contundente. Trata-se de uma questão com demasiados pontos obscuros.
5.
alema | 24/Xuño/2008 at 10:56
“O Civerdúvidas é uma caralhada mui pouco fiável”
xD xD xD xD xD
Ese será tema doutro post no futuro
xD xD xD xD xD
6.
Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 12:42
O Ciberdúvidas é tão fiável como a Wikipédia, talvez menos
7.
sihomesi | 26/Xuño/2008 at 21:01
“4) … mas com a clara inconveniência de que não seria percebida pola maior parte da população galega”… como por exemplo o uso do j,g,nh,nl?
Mais uma vez estamos confundindo a língua escrita e a falada. Em galego-português da Galiza, com a única excepção da Baixa Límia, “j” e “g” soam igual que o “x” (hoje=hoxe, gente=xente) e, obviamente, “nh” e “lh” soam igual que “ñ” e “ll”.
Se um português sabe que a palavra “curaçãum” se escreve “coração”, pensa que para um galego resultaria difícil escrever como “anho” o que hoje escreve como “año”?? Não subestime a capacidade dos galegos
Uma outra cousa são as gírias, que têm uma dimensão ao tempo escrita e oral. As gírias foram inventadas para grupos fechados e/ou segmentos de população concretos, e evoluem com a passagem dos anos para continuarem a servir de “marca” para essas camadas de população (ver o meu ponto 5 ;-)).
Eu só deixei a questão de se resultaria rendível num processo de descolonização mental abandonarmos uma gíria espanhola por uma galega. É claro que mesmo a RAG reconhece Portugal como a fonte para preenchermos as carências linguísticas que tenhamos na Galiza. No nosso país não se chegou a criar uma gíria juvenil de seu, somente se adaptou (e adapta) a castelhano-espanhola… com alguns acréscimos autóctones, é claro, igual que acontece na Catalunha.
9.
alema | 27/Xuño/2008 at 10:11
sHs ten razón: para que carallo temos que volver ao j, g, etc. se nós non distinguimos eses fonemas? é un sobreesforzo que a xente non entendería (bastante temos con b e v e h e non h…!, non cres?).
e outra cousa: este blog naceu tamén para crear ‘gíria’ galega propia… empezaches xa a utilizar ‘croco’, ‘perdularia’, e similares como se recomenda neste blog? pois veña, a espallalo!!! sobre o tema da ‘gíria’ tamén admitimos ’suxestións’
(outra cousa: tampouco pasa nada porque se nos ‘cole’ algunha expresión procedente do Spanish; somos linguas en contacto inevitable)
Alema, como lhe comentava ao Exmo. Sr. sHs, não deverias subestimar a capacidade dos galegos
Gíria galega própria… de momento na Galiza o que há, como disse, é gíria castelhano-espanhola com alguns modismos locais (”nena, gostas do pemento?” :p, o celebérrimo “gastas pista?” e galeguismos (”perdularia” :p e alguns mais).
Em muitos âmbitos galeguistas também se utilizam com normalidade termos giriais (ou que em origem o foram e acabaram por se socializar) procedentes do luso-brasileiro e que bem poderiam incorporar-se a uma “gíria galega”.
Este país está demasiado colonizado, não achas? Para quê dizer que algo “mola” quando podes dizer que é “bué da fixe” :p? Agora, a sério: se a nossa língua é o galego-português, acho que é nesse âmbito onde deveríamos procurar para preencher as lacunas que precisarmos.
E voltando ao começo, da escrita… Cometes duas falhas:
1) confundir língua falada e língua escrita
2) universalizar os galegos
“J” e “G”, na maioria da Galiza, soam como o “X”. Mas a maioria não é toda, ou seja, que há galegos que sim os diferenciam. Mas tanto tem, porque também em toda a Galiza B=V, mas sabemos diferenciar os seus usos na escrita (com maior ou menor sucesso).
Em castelhano também G=J, mas, e também com maior ou menor sucesso, os utentes desta língua sabem diferenciar os usos. E ainda diria mais, o “H” é uma letra muda (e forma parte de três dígrafos), mas sabemos quando se deve utilizar… o lógico, se muda, seria eliminá-la, como no italiano (onde forma parte do dígrafo CH).
O dito, não subestimeis a capacidade dos galegos como um argumento para criticar a ortografia internacional do nosso idioma.. o qual, mesmo com ironia, ilustro com esta fábula de Fernández de Moratín há já algum século:
«Admiróse un portugués
de ver que en su tierna infancia
todos los niños en Francia
supiesen hablar francés.
«Arte diabólica es»
dijo, torciendo el mostacho,
«que para hablar en gabacho,
un fidalgo en Portugal
llega a viejo, y lo habla mal;
y aquí lo parla un muchacho»
11.
alema | 27/Xuño/2008 at 15:45
sinceramente, deixar de dicir “mola” para dicir “bué de fixe” paréceme pasar do colonialismo dun lado para o colonialismo do outro…
e eu non subestimo os galegos… simplemente penso que reaccionarían mal ante unha norma escrita que inclúe letras para representar sons que nos son alleos… non o admitirían como propio… por ese motivo, a opción reintegrata segue sendo moi minoritaria respectable pero minoritaria
12.
Gerardinho2000 | 27/Xuño/2008 at 18:05
Alema, seriam três letras… para representar um som próprio, o do fonema fricativo pós-alveolar surdo (ou seja, o /ʃ/, em galILGo grafado sempre como “X”
1. Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 9:21
Ei! Que o sufixo -ito não é espanhol! É um sufixo que antano estava mais estendido na nossa língua do que agora, e que existe de jeito patrimonial em palavras como “cabrita” ou “forquita” ou “galhita” (ambas as duas, “forcada”). Pode que nalguns casos seja por confusão com o sufixo -eta (como “galhita”, pois é mais reconhecida a forma “galheta”).
A gíria juvenil de Lisboa tomou costume de utilizar o sufixo -ito com esse sentido por adaptação do dialecto do Algarve, que o utiliza com muita frequência.
Como acontece em todas as línguas, provavelmente a maior proximidade com uma língua vizinha (o espanhol) que utilizava o mesmo sufixo com naturalidade foi o que contribuiu para a estensão deste sufixo nos casos de vacilação. Acontece igual (imagino) com o léxico, daí que a preferência (de norte para sul) para designar o filho da ovelha seja “anho” (mais patrimonial), “cordeiro” e “borrego”, como nas homólogas espanholas “cordero” e “borrego”.
No Galego da Galiza passa algo similar, e formas como “sois” ou “cantais” prevalecem sobre “sodes” e “cantades” quanto mais ao oriente (não é regra exacta, pois as formas em -ai/ei e não -ade/ede também existem no ocidente).
Como anedota, dizer que sim há um sufixo genuinamente espanhol que se utiliza nas falas transmontantas. Concretamente em Mogadouro (concelho fronteiriço com Samora) tenho constatado a plena vigência do sufixo -ico em termos como “cachico” (cachinho, bocadinho) ou “rapazico” (rapazinho).
O galego medieval está cheio de curiosas vacilações, muitas das quais só assentaram de forma plena em castelhano (como o -ito) ou asturiano. Exemplo disto último seriam os diminutivos masculinos em -im e que hoje em dia podemos ver em muitos topónimos de todo o país: Marim (Marinho), Abadim (Abadinho), etc.
2. Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 9:25
Ostiá! A respeito do comentário anterior, como diria Aznar, “vaya rollo que he soltado”, hehehe.
Somente gostaria acrescentar que resulta curioso como os mal-chamados (ou mal-considerados) “pobres” impõem ou introduzem o seu linguajar nas gírias juvenis. Na Espanha incorporaram-se inúmeros termos desde o caló, às vezes mesmo com variações de sentido a respeito do termo original (parné=dinheiro, piños=dentes, camelar=desejar; etc.). E em Portugal botaram mão dos dialectos meridionais e da imigração africana (e em menor medida, dos brasileiros).
3. alema | 24/Xuño/2008 at 9:57
ei! non son eu quen di que o sufixo -ito é español! é o civerdúvidas quen asegura que “tem conotação dialectal e espanholada”.
con todo non contestaches á miña pregunta:
sería asumible en galego [internacional da Galiza, segundo ti, hehe] que empregásemos o -ito como fan en Portugal, por exemplo?
4. Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 10:28
O Civerdúvidas é uma caralhada mui pouco fiável :p
Por outra parte, sobre se seria assumível… claro que o seria. Ora bem:
1) partindo de que estamos a falar de uma gíria juvenil, e de que em galego praticamente toda nos veio através do castelhano (”coñazo”, “molar”, “peña”…),
2) até que ponto faria sentido mudarmos uma gíria não autóctone por outra que não o é mais?
3) haverá quem se sinta mais reconfortado (entre os quais, talvez eu) por usar uma gíria que, mesmo estrangeira, seja utilizada no nosso mesmo diassistema linguístico…
4) … mas com a clara inconveniência de que não seria percebida pola maior parte da população galega
5) (ainda que esse é o objectivo primigénio de toda gíria).
6 )No momento actual, não acabo de ver as vantagens de mudar uma gíria por outra. O único, como tudo, lembrar que as gírias evoluem muito rapidamente, polo que um grupo, mesmo pequeninho, poderia contribuir para essa mudança introduzindo termos pouco a pouco.
Possivelmente este seja um dos poucos casos em que não tenho uma resposta totalmente clara ou contundente. Trata-se de uma questão com demasiados pontos obscuros.
5. alema | 24/Xuño/2008 at 10:56
“O Civerdúvidas é uma caralhada mui pouco fiável”
xD xD xD xD xD
Ese será tema doutro post no futuro
xD xD xD xD xD
6. Gerardinho2000 | 24/Xuño/2008 at 12:42
O Ciberdúvidas é tão fiável como a Wikipédia, talvez menos
7. sihomesi | 26/Xuño/2008 at 21:01
“4) … mas com a clara inconveniência de que não seria percebida pola maior parte da população galega”… como por exemplo o uso do j,g,nh,nl?
8. Gerardinho2000 | 27/Xuño/2008 at 9:07
#7 Esse comentário é demagógico, meu senhor
Mais uma vez estamos confundindo a língua escrita e a falada. Em galego-português da Galiza, com a única excepção da Baixa Límia, “j” e “g” soam igual que o “x” (hoje=hoxe, gente=xente) e, obviamente, “nh” e “lh” soam igual que “ñ” e “ll”.
Se um português sabe que a palavra “curaçãum” se escreve “coração”, pensa que para um galego resultaria difícil escrever como “anho” o que hoje escreve como “año”?? Não subestime a capacidade dos galegos
Uma outra cousa são as gírias, que têm uma dimensão ao tempo escrita e oral. As gírias foram inventadas para grupos fechados e/ou segmentos de população concretos, e evoluem com a passagem dos anos para continuarem a servir de “marca” para essas camadas de população (ver o meu ponto 5 ;-)).
Eu só deixei a questão de se resultaria rendível num processo de descolonização mental abandonarmos uma gíria espanhola por uma galega. É claro que mesmo a RAG reconhece Portugal como a fonte para preenchermos as carências linguísticas que tenhamos na Galiza. No nosso país não se chegou a criar uma gíria juvenil de seu, somente se adaptou (e adapta) a castelhano-espanhola… com alguns acréscimos autóctones, é claro, igual que acontece na Catalunha.
9. alema | 27/Xuño/2008 at 10:11
sHs ten razón: para que carallo temos que volver ao j, g, etc. se nós non distinguimos eses fonemas? é un sobreesforzo que a xente non entendería (bastante temos con b e v e h e non h…!, non cres?).
pois veña, a espallalo!!! sobre o tema da ‘gíria’ tamén admitimos ’suxestións’

e outra cousa: este blog naceu tamén para crear ‘gíria’ galega propia… empezaches xa a utilizar ‘croco’, ‘perdularia’, e similares como se recomenda neste blog?
(outra cousa: tampouco pasa nada porque se nos ‘cole’ algunha expresión procedente do Spanish; somos linguas en contacto inevitable)
10. Gerardinho2000 | 27/Xuño/2008 at 14:08
Alema, como lhe comentava ao Exmo. Sr. sHs, não deverias subestimar a capacidade dos galegos
Gíria galega própria… de momento na Galiza o que há, como disse, é gíria castelhano-espanhola com alguns modismos locais (”nena, gostas do pemento?” :p, o celebérrimo “gastas pista?”
e galeguismos (”perdularia” :p e alguns mais).
Em muitos âmbitos galeguistas também se utilizam com normalidade termos giriais (ou que em origem o foram e acabaram por se socializar) procedentes do luso-brasileiro e que bem poderiam incorporar-se a uma “gíria galega”.
Este país está demasiado colonizado, não achas? Para quê dizer que algo “mola” quando podes dizer que é “bué da fixe” :p? Agora, a sério: se a nossa língua é o galego-português, acho que é nesse âmbito onde deveríamos procurar para preencher as lacunas que precisarmos.
E voltando ao começo, da escrita… Cometes duas falhas:
1) confundir língua falada e língua escrita
2) universalizar os galegos
“J” e “G”, na maioria da Galiza, soam como o “X”. Mas a maioria não é toda, ou seja, que há galegos que sim os diferenciam. Mas tanto tem, porque também em toda a Galiza B=V, mas sabemos diferenciar os seus usos na escrita (com maior ou menor sucesso).
Em castelhano também G=J, mas, e também com maior ou menor sucesso, os utentes desta língua sabem diferenciar os usos. E ainda diria mais, o “H” é uma letra muda (e forma parte de três dígrafos), mas sabemos quando se deve utilizar… o lógico, se muda, seria eliminá-la, como no italiano (onde forma parte do dígrafo CH).
O dito, não subestimeis a capacidade dos galegos como um argumento para criticar a ortografia internacional do nosso idioma.. o qual, mesmo com ironia, ilustro com esta fábula de Fernández de Moratín há já algum século:
«Admiróse un portugués
de ver que en su tierna infancia
todos los niños en Francia
supiesen hablar francés.
«Arte diabólica es»
dijo, torciendo el mostacho,
«que para hablar en gabacho,
un fidalgo en Portugal
llega a viejo, y lo habla mal;
y aquí lo parla un muchacho»
11. alema | 27/Xuño/2008 at 15:45
sinceramente, deixar de dicir “mola” para dicir “bué de fixe” paréceme pasar do colonialismo dun lado para o colonialismo do outro…
respectable pero minoritaria
e eu non subestimo os galegos… simplemente penso que reaccionarían mal ante unha norma escrita que inclúe letras para representar sons que nos son alleos… non o admitirían como propio… por ese motivo, a opción reintegrata segue sendo moi minoritaria
12. Gerardinho2000 | 27/Xuño/2008 at 18:05
Alema, seriam três letras… para representar um som próprio, o do fonema fricativo pós-alveolar surdo (ou seja, o /ʃ/, em galILGo grafado sempre como “X”